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segunda-feira, 25 de abril de 2011

França Oferece Bolsas de Estudo para Professores da Rede Pública.


O Consulado Geral da França no Brasil está oferecendo duas bolsas de estudo para docentes do Ensino Fundamental, Médio e Centro Línguas da rede pública de São Paulo interessados em participar de um programa intensivo de estágio voltado a professores de francês.
O curso será promovido entre os dias 3 e 30 de julho deste ano, pelo Cavilam (Centre d’Approches Vivantes des Langues et des Médias), na cidade francesa de Vichy. Os interessados em concorrer às bolsas devem preencher o formulário disponível no site e enviá-lo até o dia 26 de abril para o consulado pelo e-mail ivone.figueiredo@diplomatie.gouv.fr.
Para pleitear o benefício, o candidato deve ser professor de francês em atividade na rede pública e membro da Associação de Professores de Francês do Estado de São Paulo (APFESP), com comprovante de pagamento da anuidade de 2011. Também é requisito que o docente não tenha participado de programa de estágio na França nos últimos cinco anos. A seleção será feita por um júri formado por representantes do Consulado Francês, da Secretaria de Estado da Educação e da Associação de Professores de Francês do Estado.
O intercâmbio faz parte de um acordo de cooperação linguística com o Brasil e tem por objetivo o aperfeiçoamento do ensino do idioma no país. Além dos professores de São Paulo, concorrem ao benefício docentes da rede pública do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Fonte : www.redenoticia.com.br

sábado, 16 de abril de 2011

"Brasil Goutmet" na França!


Evento de gastronomia reúne chefs conceituados durante o mês de maio na França.

O primeiro festival de gastronomia brasileira “Brasil Gourmet” acontecerá de 7 a 29 de de maio no Hôtel des Isles, situado na região da Normandia, na França. O evento contará com a presença de diversas celebridades do país. s jantares ficarão por conta de outros importantes nomes da culinária: Caco Zanchi – proprietário do Kos Cafeteria e Restaurante; Gustavo Corrêa Pinto – professor de gastronomia;e Fernanda Azevedo – banqueteira gaúcha de mãos cheias. O evento também oferecerá no dia 6 de maio um coquetel de abertura para convidados, com a presença do embaixador do Brasil na França.

Para mais informações sobre o evento, contate o Hôtel des Isles através do telefone: +33 (0)2 33 04 90 76 ou site http://www.hoteldesisles.com/

Animações Francesa

De um tempo para cá, a tendência de animações em videoclipes franceses tem aumentado. Cerca de 50% dos novos e promissores nomes da música francesa lançou do meio da última década para cá, pelo menos um videoclipe animado.
Podemos conferir essas animações no clipe de Carla Bruni na música "L'amourese" e "Respire" do pessoal do Mickey 3D. Vale a pena conferir esses e outros clipes super interessantes e criativos.

Fonte: http://blog.soboceudeparis.com

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Por que existem restaurantes?



Por que as pessoas passaram a considerar a refeição como um passatempo agradável e não mera necessidade? Desde quando alimentação se transformou em lazer? Foi na França onde surgiu o primeiro restaurante, no período do século XVIII. Esse restaurante era uma espécie onde serviam refeições com propriedades terapêuticas, principalmente caldos. Seu principal objetivo era restabelecer e restaurar a força de indivíduos doentes.
Durante as décadas de 1760 e 1770, os mais sensíveis ou doentes tornavam pública sua condição indo a novos estabelecimentos, chamados restauraters rooms. Ali permaneciam, calmamente, aproveitando o caldo restaurador servido. Em 1790, no entanto, o restaurante passou a ser visto como decadente e corrupto. As mesas da Revolução eram locais para uma hospitalidade politicamente correta e um apetite frugal era tido como contra-revolucionário. Os restaurantes, antes vistos como provedores de comida saudável, passaram a posar como um símbolo da ganância da aristocracia. a transição entre essas instituições a partir da queda da Bastilha. A Revolução Francesa teve grande influência na política, na cultura e, principalmente, nos costumes.
No corte real francesa, os banquetes eram grandiosos. O mundo se rende à culinária francesa e à generalização da manteiga e dos molhos aveludados. Era chique usar os condimentos com freqüência, já que tinham preços acessíveis e seu emprego era comum.
Foram os franceses, em especial os parisienses que inventaram a cultura moderna da comida. Metamorfoseando sua vida social e, a reboque, a do resto do mundo. A partir do século XIX, o restaurante se transformou num local seguro para a transição da monarquia para a democracia. O aparecimento de um gênero literário até então desconhecido, a literatura gastronômica, conferiu status a pratos como ostras e champanhe e atraiu a atenção de turistas. Americanos e ingleses iam à capital francesa para descobrir os segredos de sua sofisticação em seus restaurantes.
Na segunda metade do século 19 a culinária francesa atingiu seu apogeu. Hoje, nem a própria França escapa ao estilo fast-food de alimentação. Nada contra ao estilo fast-food, mas para amantes da culinária francesa, isso com certeza é um fato muito preocupante, pois pode colocar em jogo toda essa cultura e cuidados na hora de selecionar os ingredientes e preparo dos pratos.

Não tem pão francês na França?!



Não! O pão francês das padarias brasileiras, na verdade, não tem tanto a ver com os pães feitos na França. A receita do pãozinho hoje mais consumido no Brasil surgiu no início do século XX, provavelmente perto da Primeira Guerra Mundial, por encomenda de brasileiros endinheirados que voltavam de viagem a países da Europa.

Até o fim do século XIX, o pão mais comum no Brasil era completamente diferente, com miolo e casca escuros. Na época, era bastante popular em Paris um pão curto com miolo branco e casca dourada - espécie de precursor da baguete, atual predileção dos franceses. Os viajantes de famílias ricas que voltavam de lá descreviam o produto a seus cozinheiros, que tentavam então reproduzir a receita pela aparência.

O resultado foi a invenção do "pão francês" brasileiro, que difere de sua fonte de inspiração européia, sobretudo por levar um pouco de açúcar e gordura na massa antes de ir ao forno. Com o tempo, o novo pão foi ganhando apelidos locais diferentes, como cacetinho, média, filão, pão jacó ou pão de sal, em diferentes cidades do Brasil.



terça-feira, 12 de abril de 2011

O "paradoxo de Perret"

Existe no Brasil um edifício desenhado pelo arquiteto francês Auguste Perret. Mas não adianta correr para os almanaques das academias tupiniquins, consultar os livros de história da arquitetura no Brasil ou buscar no Google, pois essa informação não se encontra em lugar nenhum. É só ir até a rua Alagoas, 903, e olhar o prédio da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo.
É nesse contexto que se enquadra o Museu de Belas-Artes de São Paulo, mais conhecido, por estas bandas, como o prédio-símbolo da Faap. Localizado na divisa entre os bairros do Pacaembu e Higienópolis, o edifício foi desenhado entre 1947 e 1949, seis anos antes da morte de Perret. A construção, que se estendeu por mais de 20 anos, é, provavelmente, a última de Perret a ser concluída.

Perret


Perspectiva do projeto